GVT, TIM e Vivo ficam fora do ar em pelo menos quatro estados do Brasil
Um triplo rompimento de cabos de fibra óptica em São Paulo deixou a GVT, TIM e Vivo sem o fornecimento dos serviços de internet para seus clientes. A reação dos usuários das empresas afetadas pôde ser sentida no Twitter, com o termo “TIM e VIVO” estando entre os trend topics. A CBN Curitiba informou agora a pouco que o corte da conexão afetou a GVT, Intelig e Eletronet, e não há previsão para que normalize.
Informações do portal Terra alertaram que houve queda nos serviços das operadoras supracitadas em pelo menos quatro estados do Brasil: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Em comunicado, a GVT informou que “clientes do serviço de banda larga da GVT nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul percebem lentidão ou dificuldade de acesso em determinados sites de internet desde o início da tarde; o serviço foi afetado depois que três pontos da rede de longa distância que faz a comunicação de dados para várias operadoras de telefonia e banda larga que operam na região foram rompidos. Equipes do fornecedor responsável pela rede trabalham para restabelecer o serviço o mais breve possível”.
A Comunicação Corporativa da TIM confirmou ao Terra “que houve um ponto de rompimento na rota principal que liga SP a Curitiba. As duas rotas alternativas também apresentaram problemas (um ponto de rompimento em cada). Essas rotas são compartilhadas, por isso, outras operadoras também apresentam problemas. A transmissão de dados parte de Curitiba para os outros Estados do Sul e a rede de longa distância de dados é administrada por um fornecedor que, segundo a TIM, já está trabalhando nos reparos, mas não há previsão de quando o conserto estará feito”.
A Vivo não confirmou o problema na rede, e afirmou que um comunicado a respeito estará sendo divulgado em seguida. A Oi disse que nenhum registro de problemas com seus usuários foi registrado. O jornal Gazeta do Povo notifica que não há números oficiais de usuários afetados, mas a COPEL estima que 1,5 mil clientes corporativos sentiram o impacto do problema, rapidamente generalizado entre as operadoras. O reparo dos cabos deve ser concluído em até seis horas.